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Chuck Berry, um dos grandes padrinhos do rock, morre aos 90 anos

18 mar 2017
20h34
atualizado às 21h20
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Chuck Berry, um dos grandes padrinhos e fundadores do rock graças à música "Maybellene", lançada em 1955, morreu neste sábado em sua casa aos 90 anos, segundo informou a Polícia do condado de St. Charles, no Missouri (EUA.).

Em mensagem em sua conta de Facebook, a polícia do condado de St. Charles, nos arredores de St. Louis (Missouri), confirmou a morte de Charles Edward Anderson Berry, mais conhecido como Chuck Berry.

A polícia atendeu a uma ligação de emergência da casa de Berry, onde o artista foi encontrado inconsciente e, apesar das tentativas de reanimá-lo, o músico não resistiu e foi declarado morto às 13h26 (horário local, 15h26 de Brasília).

A família de Berry pediu privacidade neste momento de luto.

No último dia 18 de outubro, quando completou 90 anos, o guitarrista e autor músicas míticas como "Johnny B. Goode" anunciou que lançaria este ano "Chuck", seu primeiro disco em 38 anos, após "Rock It" (1979).

Nesse álbum, dedicado a sua esposa Themeta, com quem estava casado desde 1948, trabalhou o grupo de confiança de Berry, formado por seus filhos Charles Berry Jr. (guitarra) e Ingrid Berry (gaita), além de Jimmy Marsala (baixo), Robert Lohr (piano) e Keith Robinson (bateria).

Em 2012, Berry revelou que tinha algumas canções escritas há mais de 20 anos e que pretendia lançá-las em um novo disco.

O artista foi um dos fundadores do rock graças à música "Maybellene", lançada em 1955, e em sua biografia do Hall da Fama do Rock se lê: "Após Elvis Presley, só Chuck Berry teve mais influência na hora de dar forma e desenvolver o rock & roll".

Autor de clássicos como "Sweet Little Sixteen", "School Days" "Rock and Roll Music" e "Back in the USA", Berry foi influência para Beatles, Rolling Stones e The Beach Boys, entre outros.

O músico foi um dos primeiros a entrar no Hall da Fama do Rock, em 1986, e entre outros prêmios recebeu um Grammy em 1984 em reconhecimento a toda sua trajetória e um prêmio do Centro Kennedy em 2000.

EFE   

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