atualizado às 20h36

Virada: Arnaldo Baptista faz show intimista no Theatro Municipal

Sozinho, ao piano, fundador dos Mutantes apresentou canções de seu show solo 'Sarau o Benedito?' Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Sozinho, ao piano, fundador dos Mutantes apresentou canções de seu show solo 'Sarau o Benedito?'
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
 
Marina Azaredo
Direto de São Paulo

Às 19h em ponto deste sábado (5), Arnaldo Baptista subiu ao palco do Theatro Municipal de São Paulo para dar início aos shows da edição de 2012 da Virada Cultural no local. Sem interagir muito com o público e acompanhado apenas por um piano de cauda, tocado por ele mesmo, o músico agradou com clássicos de sua carreira solo e dos Mutantes.

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Após abrir com Cê tá pensando que eu sou Loki?, Balada do Louco e Não Estou nem Aí, o ex-Mutante foi ovacionado pelo público, que, apesar de não ter lotado o espaço, deixou grande parte de seus assentos ocupados. Ainda houve espaço para o eterno clássico de Bob Dylan Blowing in the Wind, e para a divertida Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde Que Eu Tenha o Rock And Roll.

Sob gritos de "gênio" e "mito", Baptista deixou o palco rápido, após apenas 45 minutos de apresentação. Mas ainda havia tempo para o bis. No entanto, talvez este não tenha sido tão bem escolhido pelo cantor, já que ele optou por executar novamente Ce tá Pensando que sou Loki, faixa responsável por abrir a apresentação, em vez de alguma canção não inclusa anteriormente no repertório.

Como destaque, o show teve um belo cenário de palco, composto por reproduções de imagens coloridas e repletas de psicodelia - assunto que Baptista, "loki" e fundador dos Mutantes, domina melhor do que ninguém.

Terra