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Quarta, 31 de outubro de 2007, 22h45 Björk faz festa no camarim de seu show do Tim em Curitiba |
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Quando a cantora islandesa Björk subiu ao palco da Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, na última noite do Tim Festival no País, por volta das 21h desta quarta-feira, o local já tinha cerca de oito mil pessoas, segundo a produção do evento. Após pouco mais de uma hora de show, Björk deu uma festa a 60 convidados nos bastidores da Pedreira.
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O público presente à apresentação, na faixa etária entre os 30 anos e 40 anos, começou a pular ao som de Earth Intruders, canção presente em seu novo disco Volta.
Bastante maquiada, Björk exibia um brilho especial, que contrastava com seu figurino espalhafatoso, desta vez verde. O palco cuidadosamente preparado também explica porque a cantora viaja com uma equipe de 37 pessoas. Os detalhes chamaram a atenção mesmo de quem ainda aguardava pelas bandas Arctic Monkeys e The Killers.
Descalça, Björk andava de um lado ao outro do palco como uma menina, com movimentos esquizofrênicos, em determinados momentos até infantis.
Diferentemente do show de São Paulo, a chuva de papel laminado picado que faz parte do show da cantora aconteceu, não no final, mas no início da performance.
Em Hunter, outra surpresa para os fãs: Björk soltou das mãos serpentinas que imitavam teias de aranha, que junto à orquestra de sopro emocionaram bastante a platéia curitibana.
Para a apresentação, a produção do show teve de providenciar, nesta tarde, uma bandeira do Brasil, que decorava o palco.
Ela cantou ainda Hyperballad, Pluto, Army of Me e encerrou com Declare Independence, momento em que o palco se tornou uma rave.