> Diversão > Música  > Tim Festival 2004
  Sites relacionados
Música
João Rock
Rock in Rio Lisboa
Sonar Sound
Pop Rock
Skol Beats
  Notícias por e-mail
Receba notícias no seu e-mail
  Fale conosco
Escreva com críticas e sugestões
Tim Festival 2004
Segunda, 8 de novembro de 2004, 03h30 
The Libertines faz show dos adjetivos em festival
 
Reinaldo Marques/Terra
O vocalista Carl Barat, durante show dos The Libertines
O vocalista Carl Barat, durante show dos The Libertines
Galeria de fotos
» Libertines conquistam o público
» DJ Mau Mau faz alvorada drum n bass
» The Mars Volta arrasa no Lab
» Pet Shop Boys promove revival
» Jazz revolucionário fecha o Club
» Famosos curtem shows do festival
» Birélli Lagrène e seu jazz com guitarra
» Grenade aquece o público do Lab
» Brian Wilson enfeitiça mais de 2 mil
» Dave Holland abre o domingo
Multimídia
Áudio e vídeo
» The Libertines
» DJ Mau Mau
» Pet Shop Boys
» The Mars Volta
» Art Van Damme
» Grenade
» Brian Wilson
» Dave Holland
Saiba mais
» Tudo sobre a 2ª noite
» Tudo sobre a 1ª noite
 Últimas de Tim Festival 2004
» Libertines reúne 750 pessoas em pocket show em SP
» Clássico e novo se enfrentam no 3º dia de festival
» Mau Mau faz "alvorada drum n bass" no festival
» The Mars Volta evoca Jim Morrison em São Paulo
Busca
Busque outras notícias no Terra:
A passagem dos Libertines pelo Brasil foi um show de adjetivos: memorável, roqueiro, pesado, surpreendente, energético. Uma das bandas mais aguardadas do evento não decepcionou e sem muita conversa atropelou o público do palco Lab no TIM Festival 2004.

Veja as fotos!
Assista a vídeo do show!

A abertura veio com o pesado riff de The Delaney. Não bastasse o assalto sonoro da primeira música, o ataque musical seguiu com Don´t Look Back Into The Sun e The Saga. A energia do vocalista Carl Barat contrastava com o olhar "blasé" do baixista John Hassall.

Um "Obrigado. Tudo bem?", pronunciado com certa dificuldade (e muita simpatia) por Barat, terminou de conquistar o público paulistano. E os Libertines não estavam nem há dez minutos no palco.

Escondido atrás da bateria, Gary Powell foi um dos destaques. O massacre que ele promovia nas peças de seu instrumento ia de encontro com o som "vintage" das guitarras da banda. Uma performance para fazer inveja em qualquer baterista de hardcore.

O show teve ainda Up The Bracket, Road To Ruin, Vertigo, Time For Heroes e Boys in The Band. O encerramento não deixou por menos e terminou de trucidar a platéia com Likely Lads e I Get Along. Faltaram adjetivos na língua portuguesa para definir o show.
 

Redação Terra