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Marca registrada do som jamaicano, Stone Love é uma espécie de consórcio musical que surgiu nos anos 70 em Kingston, Jamaica, e caracteriza-se por oferecer um live act da cultura de rua do país. Seu mentor intelectual (e filosófico) foi Winston Powell (a.k.a. Wee-Pow), que deu o start nos happenings de dança popular, animados pelo som eletrônico.
Confira programação
Stone Love Movements. É como se o É o Tchan fizesse uma joint-venture com Bob Marley. Uma dançarina fica à frente, em geral mostrando um tipo de performance que não é encontrável nas escolas de balé (nem é recomendável para espíritos masculinos quebradiços). Um DJ fica atrás, nos toca-discos, fazendo o dub mais radical que se possa imaginar, tocando de tudo, do mais roots ao mais podreira. Dancehall reggae da melhor qualidade.
Nos anos 80, o time Stone Love saiu pelo mundo, conquistando platéias nos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Europa e Japão. Em Nova York, fincaram residência, e dali passaram a fustigar o mundo com seu dub e dancehall incomparáveis. Em 1995, depois de assistirem a uma chuva de fitas piratas com suas performances, Wee-Pow, Rory e Cancer lançaram seu primeiro disco, Stone Love Live, sob a coordenação de Rob Holt, Mike Cacia e Jamie Stewart (suas compilações, como as dos 2manydjs, nunca têm menos que 50 faixas).
Eles excursionam em partes. MC e DJ, Rory é o mais ativo no momento, com seu dub box ambulante, ao lado de Dalhia, dancehall queen, um furacão de pernas longas. Os dubplates do Stone Love Sound System são um clássico do som da Jamaica, que até hoje tem finos artistas como Bounty Killa, Dennis Brown, Buju Banton e Beenie Man até hoje desconhecidos do grande público. A vinda do Stone Love para o TIM Festival é um grande passo para abrir a porta desse mundo ao Brasil.
Stone Love se apresenta no dia 06 de novembro, no palco Motomix, ao lado de De Leve, Digitaldubs e Bumba Beat. O show está marcado para começar às 2h.
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