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Graforréia Xilarmônica: "nossa geração ainda tem muito a dizer"

30 mar 2013
14h46
atualizado às 14h52
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Alguns anos atrás, o Rio Grande do Sul viveu um boom de bandas de rock que atingiram um bom patamar de sucesso no Brasil. No entanto, para o guitarrista Marcelo Birck, integrante de um dos grandes representantes das décadas de 1980/1990 do Estado, o Graforréia Xilarmônica, essa grande fase acabou.

"Acho que já teve uma estética muito relacionada à produção de Porto Alegre, até porque a maioria das bandas são de lá. Mas a cena atual eu vejo mais como uma entresafra, da galera procurando buscar coisas da geração anterior", disse em entrevista exclusiva ao Terra, realizada neste sábado (30), no Lollapalooza 2013, garantindo, no entanto, que os grupos mais antigos seguem com a mesma pegada do passado. "A minha geração continua a toda. Ainda tem muito a dizer."

Acostumados a apresentações com repertórios longos, os integrantes do Graforréia tiveram uma missão para o show no Palco Cidade Jardim, o principal do festival: tornar o setlist o mais compacto e sucinto possível.

"Demos uma enxugada. Mas isso não muda a postura da banda no palco. A química entre os quatro é a mesma, só que ela é observada por milhares de pessoas", se diverte. "Não é toda hora que a gente tem a oportunidade de ficar em contato com a galera. Ontem, por exemplo, pude conhecer o Wayne Coyne, do Flaming Lips..."

Fonte: Terra

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