| Marcelo Pereira/Terra |
 Tati Quebra Barraco coloca elite paulistana para rebolar com o funk carioca |
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Em sua temporada fixa em São Paulo, que já dura seis meses no Armazém da Vila, Tati Quebra-Barraco experimenta o gosto do sucesso. Toca sempre com a casa lotada, é idolatrada, tem suas músicas cantadas em coro. E, aos críticos de plantão, deixa um recado na ponta da língua: "Quero mais é que falem de mim."
Assista ao show de Tati! 
Confira a funkeira em SP! 
Tati canta seus sucessos! 
Veja foto ampliada!
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Fotos do show!
Fotos das "popozudas"!
Elite paulistana rebola ao som do funk carioca
Cachê de Tati em SP é 4 vezes superior ao do RJ
"Quem me critica é uma minoria. E essa minoria não me interessa. Nunca dei bola", diz Tati, representante da Cidade de Deus (RJ), poucos minutos antes de mais uma apresentação. Em seu camarim, sem luxo, ela conversa e bebe cerveja com amigos e pessoas de sua produção.
Pouco depois das 2h de quinta-feira, ela sobe ao palco e emenda os primeiros versos de Boladona, música que a revelou para São Paulo.
Sem se separar de seu copo de bebida (ora cerveja, ora whisky), e interagindo com seus dois bailarinos, Tati é um misto de Madonna na fase provocativa e Tim Maia na fase gesticuladora.
Como já fez a musa pop, a funkeira simula atos sexuais. Mas reclama do som e deixa a platéia participar, misturando dezenas de palavrões com gritos de "Jesus!".
Depois de 50 minutos de batidões, ela silencia versos como "me chama de cachorra que eu faço au-au, me chama de gatinha que eu faço miau" e volta ao camarim.
Parte do público, ainda eufórico, parece nem se dar conta de que o show terminou e segue rebolando ao som de um DJ. Sobre essa entrega da platéia, Tati é curta e sincera: "Só tenho de agradecer. Muito."
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