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Música
Sábado, 24 de setembro de 2005, 02h14  Atualizada às 07h50
Slipknot promove "caos teatral" em São Paulo
 
Reinaldo Marques/Terra
Performance do músico Corey Taylor na segunda edição do Chimera Rock
Performance do músico Corey Taylor na segunda edição do Chimera Rock
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O grupo norte-americano Slipknot foi a atração principal da segunda edição do Chimera Rock, em São Paulo. A banda de "nu metal" apresentou os petardos sonores de seus três álbuns em uma noite que contou ainda com as nacionais Sepultura, Chipset Zero e Korzus. Máscarados, os músicos liderados por Corey Taylor promoveram um caos no Anhembi, mas tudo de mentira.

Veja as fotos!

Teatral ou não, o Slipknot promoveu um show próximo da perfeição. Misturando bem as músicas dos álbuns Slipknot, Iowa e Vol 3: (The Sublimanal Verses), o grupo agradou fãs mais radicais e também tietes que davam gritinhos a cada novo gesto do líder da banda, Corey Taylor.

A noite começou com os veteranos do Korzus. O show de pouco destaque foi sucedido pelo Chipset Zero. A empolgação da banda ajudou, mas o pouco apelo com a massa atrapalhou um pouco a performance da banda de Guarulhos.

A terceira atração foi o Sepultura que tomou o palco por volta das 20h30. A apresentação não foi nada diferente dos últimos shows da banda brasileira. O Sepultura novamente brindou os fãs com um repertório que privilegiou bastante canções antigas. Para abrir tocaram um medley de Arise e Dead Embrionic Cells, ambas de 1991.

Paulo Jr, Andreas Kisser, Derrick Green e Igor Cavalera tocaram ainda velharias como Troops Of Doom (dedicada a Toninho, presidente do fã-clube oficial da banda) e canções mais novas como Mind War. De presente veio a inédita Convicted in Life do álbum que a banda grava para lançar em 2006.

Uma troca de palco em tempo recorde para os padrões de shows no Brasil - sem os freqüentes atrasos - o Slipknot tomou o palco. The Blister Exists, (sic) e Disaterpieces: do terceiro, primeiro e segundo discos respectivamente. Durante 90 minutos cronometrados, os nove roqueiros norte-americanos ainda despejaram no público pauladas musicais como Vermilion, Duality e Left Behind.

Num português muito bem ensaiado, o vocalista Corey Taylor conseguiu prender a atenção do público. "Demoramos seis anos e três discos para vir ao Brasil. Gostaria que vocês nos desculpassem por isso. Não vamos levar mais seis anos para voltar ao Brasil", bajulou.

Ao final, com uma bandeira do Brasil enrolada no corpo, não cansou de elogiar a energia e a "loucura" do público brasileiro. Com a energia do público no auge, o Slipknot sabiamente deixou o palco e se despediu de vez. Ficou um impecável gostinho de "quero mais". Bom pra eles quando - e se - voltarem ao Brasil.
 

Redação Terra
 
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