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Música
Quinta, 11 de fevereiro de 2010, 09h06 
Entrevista exclusiva com Beyoncé e Alicia Keys
 
Bruno Astuto
 
Roberto Filho /AgNews
Beyoncé e Alicia Keys concedem entrevista exclusiva
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Depois da terça-feira exaustiva acompanhando Alicia Keys e Beyoncé na gravação de seu videoclipe, na Gamboa, meu pouso foi às 22h30 na suíte de Alicia, no 3º andar do Fasano. O colunista só teve de esperar a ducha das justas e eis que Beyoncé surge na minha frente perfumada, de cara lavada, shortinho e camiseta e nos jogamos no sofá para um papinho rápido e "ishperto". Quando conversamos -e essa foi a primeira vez em que ela falou a um veículo de comunicação na América Latina-, a cantora avisou que estava ansiosa para conhecer o Corcovado, de carro.

"Eu sou uma pessoa de fé e o Cristo é o símbolo da cidade. Poderia passear de helicóptero ou ir ao Pão de Açúcar, mas o Cristo é especial e eu tinha que estar lá pessoalmente, sentindo aquela energia", disse-me. Não é que ela fez isso mesmo ontem? Responsável pelo dia de glória no Santa Marta e na Gamboa, Alicia se disse encantada com o Rio e prometeu voltar logo para férias e um show. As negociações até já começaram. Vamos às nossas divas?

Beyoncé
Você tinha ideia do seu sucesso no Brasil?
Eu não tinha a menor ideia. Não sabia que havia no Brasil tantos fãs do Destiny¿s Child.

E seus também.
Não sabia mesmo.

Mas você é meio carioca, sabia?
Esse é o termo para definir os brasileiros?

Não, para definir quem nasce no Rio. Você dança como uma carioca, sorri como uma carioca, é aberta e simpática como uma carioca...
Então eu devo ter sido carioca numa vida anterior (risos). Muito obrigada então, porque acho os cariocas lindos. Muito obrigada mesmo.

Como veio a ideia de gravar com Alicia a música Put it in a love song?
Era para eu estar em férias e Alicia estava prestes a lançar um novo álbum. Mas, quando Swizz (Beats, produtor, namorado de Alicia Keys) nos mostrou essa música, não dava para não gravar. Ali havia um grande sucesso em especial. E a resposta das pessoas hoje na rua foi até maior do que nós imaginávamos, comprovando o que nós pensávamos.

Por que o Rio?
Pensamos: "Onde vamos fazer o vídeo?" E veio o Rio imediatamente. Tem a ver com a beleza da cidade, a alegria das pessoas, a energia incrível desse lugar. E também porque estávamos às vésperas do Carnaval e o fato de nunca termos vindo para cá. Daí olhamos uma para outra e dissemos: "Vamos fazer no Brasil". Só é uma pena eu não poder ficar para o Carnaval, queria ter ficado mais, mas vou voltar. As roupas (fantasias) são lindas, é um trabalho maravilhoso o da escola de samba (Grande Rio).

E qual o balanço da turnê brasileira?
Honestamente, eu não disse por dizer. Os brasileiros foram de longe a melhor plateia que eu tive em toda minha vida. Eu nunca tive esse tipo de amor. Eu agora me sinto um membro da família, uma pessoa que tem que voltar todo ano. Inacreditável o nível de amor e resposta que eu tive das pessoas aqui. Vou vir sempre, para os shows e até para as férias. Esse é o melhor lugar do mundo.

Alicia Keys
Por que gravar no Rio?
Porque não existe lugar nenhum no mundo como o Rio. O Rio veio de uma maneira interessante: apesar de nos conhecermos há muito tempo, nós nunca tínhamos trabalhado juntas, então precisávamos de algum lugar realmente especial para gravarmos o clipe. Primeiro Beyoncé veio com o Egito, um lugar que eu amo. Depois ela contou que viria ao Brasil e achamos incrível. Quanto mais eu pesquisava, mais me apaixonava pelo País. Ainda mais com a proximidade do Carnaval, cheio de cultura, beleza e energia, seria o lugar perfeito. E foi. A resposta foi incrível, você estava lá, você viu.

Ficou surpresa com as pessoas gritando o seu nome?
Sempre soube que tinha muitos fãs no Brasil, me comunico muito com eles, que sempre perguntam: "Quando você vem ao Brasil?". Eu sempre quis vir. Agora que conheço, definitivamente quero estar aqui sempre. É um lugar de amor e excitação. Put it in a love song virou a música do Rio no meu coração.

O que você mais gostou de provar aqui?
Água de coco. E o fato de vocês adorarem arroz com feijão me fez sentir que a gente já se amava há tempos.

E como foi desfilar de passista?
Foi um sonho que se tornou realidade. Ainda vou desfilar de verdade. Mas só o fato de ter essa miniescola com a ajuda da Grande Rio, foi lindo. As roupas são maravilhosas, é impressionante como dedicam tempo e criatividade a elas. Quando começou a chover, fiquei com medo de estragá-las. Não vejo a hora de voltar logo, mal posso esperar para fazer um show aqui.

Você tem 12 Grammys. O que faz com eles?
Tenho respeito e gratidão por eles, mas nem guardo em casa. Sequer olho para eles para não cair na ilusão de que a minha trajetória está realizada. Tenho muita estrada pela frente.
 

O Dia

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