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Música
Segunda, 18 de janeiro de 2010, 14h39  Atualizada às 14h40
Garage Fuzz conta 19 anos de hardcore com filme e show em DVD
 
Gustavo Pelogia
 
Divulgação
Documentário conta história do Garage Fuzz dentro e fora do país
Documentário conta história do Garage Fuzz dentro e fora do país
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O Garage Fuzz é uma das maiores bandas de hardcore do Brasil. Não só pelos seus 19 anos de estrada ou pelos cinco discos de estúdio, mas principalmente por ser respeitado pela velha e pela nova geração que acompanha o estilo.

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Em outubro de 2008, o quinteto da cidade de Santos fez um show para registrar sua história. Enfim, um ano e dois meses depois, finalmente o resultado daquela noite foi lançado no DVD Definitively Alive.

Além do show principal, com 19 músicas em vídeo, o lançamento vem com um documentário de 40 minutos que conta a história do Garage, desde as bandas que os integrantes tinham antes de se encontrar, os lançamentos na Europa e EUA, a turnê na América Latina, até os dias de hoje.

Junto vem um CD de 17 músicas, sendo 14 delas retiradas do show, as novas Old Red Low Top e Dive In Yourself e a regravação de Wrapping Paper. Confira a entrevista exclusiva que o baixista Fabricio de Souza cedeu para o Terra, onde ele conta mais sobre o processo que a banda passou até a chegada deste lançamento.

O DVD foi gravado em outubro de 2008. Por que levou tanto tempo para sair?

Nós fizemos uma produção grande, só que no esquema "faça você mesmo", então nós mesmos que cuidamos de tudo. O show todo foi editado por uma pessoa só, o Kennedy Lui, além do nosso critério de masterizar e mixar todas as músicas. Só pra fazer masterizar, mixar e gravar as três músicas de estúdio que estão no CD, foram quase 6 meses. Além disso tem o documentário, o Farofa precisou gravar os depoimentos e digitalizar um monte de VHS's.

Por que esse nome, Definitively Alive?

Ele tem um duplo sentido. Alive é por ser ao vivo, e também por que nós como banda ainda estamos vivos. Nós demoramos para lançar discos, então sempre rola uma história de que banda vai acabar, então é uma resposta para isso também.

Como vocês definiram o repertório do DVD?

Em cima das músicas que sabemos que a molecada gosta mais, as que tocam mais nos shows mesmo. A única nova é a Old Red Low Top, que também gravamos em estúdio.

Por que vocês escolheram Wrapping Papper para regravar? É uma música de 97, mas ainda tem uma linguagem moderna. Então achamos legal fazer uma nova gravação dela.

Houveram músicas tocadas no show, que não entraram no DVD?

No show todo, tocamos 27 músicas, quase duas horas e meia. A galera não saia de lá, tocamos cinco a mais do que o planejado. Variations, por exemplo, estava nessas últimas e acabou entrando no DVD.

Além do processo normal que toda gravação passa no estúdio, houve alguma edição após a captação do áudio do show?

Retocamos muito pouca coisa, como em Mutrinning , que a voz do Farofa falhou no show e era uma música fundamental. Tirando isso, é o áudio original do show.

Em que lugares o Garage Fuzz ainda não esteve e espera chegar com o DVD?

Nunca visitamos a região norte do país, esperamos passar por lá este ano.

No documentário, tem algumas partes que você fala sobre como era a comunicação nos anos 90, quando trocava cartas com CDs, fitas, pôsteres e outras coisas pelo correio, com gente de dentro e fora do país. Qual o foi a pessoa mais incrível que você trocou material?

Quem fazia isso mais era eu e o Farofa. Para arrumar esses contatos, nós pegávamos fanzines gringos e íamos aos classificados, onde tinha gente interessada em trocar coisas.

O cara mais cabuloso que troquei material foi um cara de Londres, chamado Aaron. Ele me mandava várias coisas da nata do hardcore em inglês da época. Uma vez ele mandou um cartaz de um show que o Nirvana abriu para o TAD e pro Mudhoney. É uma coisa histórica, tenho guardado até hoje.

No final do DVD, você leva se filho no palco. Qual a idade dele? Ele gosta do que você faz?

O Felipe estava com 10 anos naquela época. Ele tem guitarra, pede para eu ensinar algumas músicas e já toca lá o um ACDC, um Deed Purple. Mas ainda está aprendendo.

O último disco de inéditas de vocês é o The Morning Walk, de 2005. Tem planos para um próximo material, ou ainda é cedo para pensar nisso?

Já temos 13 músicas prontas para o novo CD, sendo duas delas feitas com a nova formação. Penso em entrarmos em estúdio para gravar no segundo semestre. Mesmo sem o Nando Zambieli, as músicas continuam sendo Garage Fuzz, o mesmo que a galera conhece.

O GF é a maior banda de hardcore do Brasil?

Pergunta difícil essa, hein? Se é a maior eu não sei, mas garanto que é a mais insistente!
 

Redação Terra
 
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