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 Slim Jim Phantom é um verdadeiro diplomata da baquetas |
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Slim Jim Phantom tem dos currículos mais invejados e ecumênicos do pop rock americano. Começou pelo Stray Cats, em 1979, fazendo rockabilly com Brian Setzer e Lee Rocker. A banda deu uma sumida na virada dos anos 90 e Slim partiu para outros projetos. Até hoje, porém, os três stray cats se reencontram em turnês sabáticas pelo mundo.
» Slim Jim Phantom é o cara
Nos anos 90, ele, mais Lee Rocker e o rodado guitarrista Earl Slick criaram um trio. O resultado foram dois álbuns e a mais bacana capa de disco da história (Cover Girl). Saiu Earl, entrou Danny B. Harvey e o trio virou o Swing Cats.
No começo dos 2000, outra mudança. Um projeto paralelo de tocar covers com o guitarrista Gilby Clarke (ex-Guns n¿ Roses) encorpou-se com a chegada de Muddy Stardust e do tecladista Teddy Andreadis e virou o sensacional álbum Rock N Roll Music, com a banda sob o nome de Col. Parker.
As andanças seguiram com o 13 Cats e o The Head Cat. Nesta, a formação trazia Danny B. Harvey e Lemmy. Lemmy who? Sim, o vocalista-baixista e ícone-monstro do Motörhead. Busque Peggy Sue Got Married no YouTube e tente entender.
Achou estranho jantar um cara do heavy metal com um rockabilly. Pois Slim Jim Phantom teve ainda o projeto Dead Men Walking com uma galera que incluía Glen Matlock (ex-Sex Pistols) e com quem tocará em agosto, nos Estados Unidos. Slim é sempre sem erro. Onde rola boa música, ele estará lá com sua bateria.
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