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Música
Segunda, 13 de setembro de 2004, 16h10 
Björk lança o seu trabalho mais experimental
 
Divulgação
A cantora Björk retorna mais experimental do que nunca em  Medulla
A cantora Björk retorna mais experimental do que nunca em Medulla
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Do início com The Sugarcubes, no final dos 90, ao sucesso mundial (Post, de 1995, vendeu 9,5 milhões de cópias), a cantora e compositora islandesa Björk, 39, construiu uma das carreiras pop mais originais das últimas décadas. Uma bela combinação de voz privilegiada, visão vanguardista e universo popular.

Nos seus dois últimos trabalhos, porém, Selmasongs/2000 (trilha de Dançando no Escuro, filme de Lars Von Trier que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes) e Vespertine/2001, Björk já emitia sinais de que estava cada vez mais abandonando o formato canção e viajando no esqueleto da melodia.

Gravado em diversas partes do mundo (inclusive em Salvador, onde a cantora passou o Carnaval este ano), Medulla (Universal) é o disco mais experimental de Björk, capaz de decepcionar boa parte dos seus fãs, embora ela continue sendo uma artista surpreendente e nunca soe óbvia - o que é uma grande virtude.

Exceto Who Is It (composta na época de Vespertine), Oceania (feita para os Jogos Olímpicos de Atenas) e Triumph Of a Heart, Medulla não possui a explosão rítmica de Debut (1993), a vibração eletrônica de Post (1995), a visão alucinante de Homogenic (1997) ou o instrumental dramático de Vespertine (2001).

Aqui temos Björk explorando diferentes timbres vocais na busca de caminhos sonoros. A voz (as vozes) vale (valem) tudo. Sem o instrumental que dá corpo à canção, resta a raiz. Melodias. Sons desconstruídos. Sinais para qualquer coisa, metáforas que provocam estranheza (e não apenas nas primeiras audições).

O álbum conta com uma larga lista de colaborações. Algumas delas perfeitamente bizarras, como Mike Patton (ex-Faith No More) e o japonês Dokaka. Artista genial, Björk desta vez se distanciou demais do pop e deixou de lado a questão instrumental e a função desta. Medulla é excessivamente art e pouco atraente.
 

Correio da Bahia
 
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