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Música
Domingo, 15 de junho de 2008, 11h33  Atualizada às 16h17
Corpo de Jamelão é enterrado ao som da bateria da Mangueira
 
Daniel Gonçalves
Direto do Rio de Janeiro
 
Daniel Gonçalves/Terra
Cerca de 300 pessoas compareceram ao enterro de Jamelão
Cerca de 300 pessoas compareceram ao enterro de Jamelão
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O corpo do cantor Jamelão, que morreu na madrugada deste sábado em decorrência de uma infecção generalizada, foi enterrado na manhã deste domingo, no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju, ao som da bateria da Estação Primeira de Mangueira, sua escola de coração.

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Logo após o velório, realizado na quadra da Mangueira, a bateria subiu em um caminhão do corpo de bombeiros, que também carregava o corpo, e tocou os hinos clássicos da escola, exaltando a importância de Jamelão para o Carnaval carioca nos últimos 50 anos.

Antes de seguir para o cemitério, o caminhão passou pela Sapucaí, local dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, recebendo aplausos pelo percurso.

Por volta das 10h deste domingo, cerca de 300 pessoas, entre parentes, amigos e fãs, se dirigiram ao cemitério de São Francisco Xavier para a despedida. O caixão foi coberto com duas bandeiras: a do Vasco e da Mangueira, suas grandes paixões.

Na hora do enterro, o hino da Mangueira foi tocado, seguido de uma oração em grupo do Pai Nosso. A viúva de Jamelão, Delice Ferreira dos Santos, conhecida como Dona Didi, se emocionou e teve que ser retirada da cerimônia religiosa.

Carreira de peso
Nascido em 1913, no bairro de São Cristóvão, no Rio, ganhou o apelido de Jamelão na época em que se apresentava em gafieiras da capital fluminense. Ele começou ainda jovem tocando tamborim na bateria da Estação Primeira de Mangueira e depois se tornou um dos principais intérpretes da escola.

Há mais de 50 anos, atuava como puxador do enredo da escola. Referência obrigatória no gênero, ele entendia de Carnaval mais do que ninguém. É dele a interpretação de sucessos como Agora Sou Feliz, do Mestre Gato, O Samba É Bom Assim, de Norival Reis e Helio Nascimento, e Esses Moços e Ela Disse-me Assim, ambas de Lupicínio Rodrigues.

Jamelão viveu todos os dias fiel às raízes do samba e do Carnaval. Ele deixa mulher, filha e dois netos.
 

Redação Terra
 
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