| Cláudio Andrade/Especial para Terra |
 DJ inglês Fatboy Slim fez um show para 150 mil pessoas no Rio de Janeiro |
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Em sua segunda passagem pelo Brasil, o DJ inglês Norman Cook, mais conhecido pela alcunha de Fatboy Slim, reuniu aproximadamente 150 mil pessoas na Praia do Flamengo para um show dançante. Fatboy Slim já havia se apresentado no Brasil em 2001 na última edição do Free Jazz Festival.
Fotos do show 
Fotos dos famosos 
Angélica e Huck curtem show de Slim 
Fatboy Slim, subiu ao palco às 19h, abrindo seu set com uma versão do clássico Garota de Ipanema, de Tom Jobim. Antes mesmo do início do primeiro show, às 16h30, com o DJ Patife, de São Paulo, mais de 80 embarcações entre botes, barcos, veleiros e escunas começaram a ancorar a poucos metros da orla, a fim de também prestigiar o evento.
O DJ set de Patife e Marky privilegiou os hits que os fizeram conhecidos no circuito do drum'n'bass mundial. Os dois apostaram também na mistura com ritmos brasileiros.
Jon Carter foi reverenciado por Fatboy Slim quando deixou as pick-ups. Apontado como "Deus" pela atração principal, Carter surpreendeu a audiência com versões eletrônicas de hinos do pop/rock. O mais inusitado foi a utilização de Lithium, do Nirvana, em uma das composições.
No comando da festa, Fatboy Slim abriu seu set interagindo com o gigantesco telão do palco. Durante a apresentação, o DJ mostrava capas de vinil com mensagens escritas à mão. Coisas do tipo "E aí galera?" e "Essa foi feita para vocês". A música em questão era um híbrido de house e drum'n'bass com samples de Rio, do Duran Duran. Vocais femininos repetindo "Rio de Janeiro, Rio de Janeiro" completavam o cenário sonoro. As pessoas foram à loucura.
Fatboy Slim trouxe também em seu case electro, sample de Alegria, Alegria(de Caetano Veloso), batucada de DJ, trechos do ótimo grupo Deelite e o tema do filme Transpotting. Um Elvis Presley bonachão, circa Las Vegas, dançou no palco, enquanto o DJ exibia uma camiseta da seleção brasileira onde se podia ler o nome de Pelé.
Enquanto a multidão não pagou nada para dançar ao ar livre, os clubbers náuticos desembolsaram entre R$ 20 e R$ 100. Das escunas e veleiros, o sistema de som deixou a desejar.
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