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A grande maioria dos jovens britânicos copia música em casa de forma ilegal. É o que apontam pesquisas realizadas pela BMR (British Music Rights ou Direitos da Música Britânica), grupo ligado à indústria fonográfica.
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Segundo estudos da BMR feitos em conjunto com a Universidade de Hertfordshire, 95% da população jovem do Reino Unido fazem cópias ilegais de discos e fonogramas usando seus computadores pessoais e, muitas vezes, trocam entre os amigos.
A constatação representa um desafio à indústria da música, que já trava uma batalha contra o compartilhamento de arquivos de música pela internet.
O chefe-executivo da BMR, o músico Feargal Sharkey (ex-vocalista da banda Undertones), diz que "a indústria terá que se adaptar urgentemente ao comportamento dos consumidores ou sofrerá séria conseqüências futuramente".
Com a estimativa de que apenas um em cada 20 downloads de música digital é pago, a campanha antipirataria da indústria fonográfica tem direcionado seus esforços na troca online ilegal de música.
Contudo, segundo a BMR, "a ameaça online torna-se pequena ante a prática de copiar CDs caseiramente". As pesquisas sugerem que, entre os jovens de 18 a 24 anos, copiar CDs é mais popular que o compartilhamento online de arquivos de música.
De acorco com a BMR, esse é o primeiro estudo acadêmico do tipo e pretende preencher lacunas no entendimento da forma como as pessoas consomem música hoje.
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