|
|
|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
Para repor as baterias da turma jovem, o Festival de Verão oferece uma grande diversidade de opções gastronômicas. São dezenas de restaurantes, lanchonetes e barraquinhas, que vendem acarajés, sanduíches, beijus, carne-de-sol e muitos outros petiscos, sem esquecer a tradicional cervejinha, "combustível" principal da galera que acompanha as atrações até de manhã. Como beber de estômago vazio é perigoso, muita gente está aproveitando as opções da praça de alimentação para comer alguma coisinha logo no início da festa.
No caso do estudante Lougan de Moura, a "coisinha" era um cachorro-quente de 30cm de comprimento, com cenoura ralada, muito ketchup e maionese. "Vou pegar esse agora e outro mais tarde, no fim da festa", explica. Já o estudante Marco Padst preferiu abastecer-se com uma bomba calórica líquida - um vistoso açaí turbinado, com muita banana e granola. "Para ficar a noite toda no agito, é o açaí que me segura", diz. Multiplicando-se esse apetite por milhares de pessoas, fica mais fácil entender os números astronômicos de comidas e bebidas consumidas durante o festival.
Foram dois mil crepes vendidos, por exemplo, somente na primeira noite, na barraquinha de Lanches Rose, a R$ 2 cada. Já na lanchonete Açaí Sarado, foram nada menos do que 200 litros da energética frutinha vendidos para a turma atlética somente na quarta-feira. O baiano Gregório dos Santos até perdeu as contas, mas estima que fritou no mesmo período uns 40 kg de massa de acarajé, petisco preferido pelos turistas que freqüentam o festival. No Pastel do Carioca, o proprietário Gilson Lima vendeu cerca de cinco mil pastéis, a maioria de frango e queijo.
Para acompanhar, a tradicional cervejinha estava sendo vendida a R$ 2,50 em todas as barracas do festival. Quem prefere bebidas destiladas também podia provar uma das "roscas" do Drinks Beijo, vendidas a R$ 4. Mas talvez a bebida mais procurada para refrescar a turma do festival seja a velha e boa água mineral. "Ontem, vendemos todas as garrafinhas de água. Veio gente aqui comprar e não tinha mais", conta a atendente Mariana de Jesus Moreira. Para a turma que prefere ficar sentada apreciando o movimento, foram armados alguns restaurantes no festival.
|