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Música
Quarta, 20 de fevereiro de 2008, 17h05  Atualizada às 17h17
"Só agora estou aprendendo a cantar", diz Sebastian Bach
 
Thiago Kaczuroski
 
Reprodução
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Com os cabelos loiros e compridos, ele já foi ídolo de milhares de garotas em todo o mundo quando cantava à frente da banda Skid Row. Hoje, às vésperas de completar 40 anos, Sebastian Bach lança seu terceiro disco solo e diz que quer ser como a banda Kiss e ter mais de 30 anos de carreira.

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» Veja a capa do disco Angel Down

Em uma conversa bem-humorada com o Terra, o cantor fala sobre o disco novo, a amizade com o cantor Axl Rose e seu passado (e futuro) com o Skid Row.

Primeiro, fale sobre o seu novo disco, Angel Down, lançado no final do ano passado.
Ele está nas lojas e traz 14 músicas, 13 delas inéditas, e um cover de Back in The Saddle, do Aerosmith. E conta com a grande participação do senhor Axl Rose cantando em três faixas.

Como está a amizade com ele? Você gravou uma música para o Chinese Democracy, o tão esperado disco do Guns n' Roses...
E antes que você me pergunte, eu não sei quando o Chinese Democracy sai (risos). Gravei com eles a música Sorry e o Axl depois "retribuiu o favor" e cantou no meu disco. Eles têm material para uns quatro álbuns, mas estão rolando tantas coisas envolvendo dinheiro, que não sei quando e como esse disco vai chegar às lojas.

O que mudou em relação ao trabalho que você estava fazendo? Angel Down é um dos trabalhos mais pesados de sua carreira.
Certamente é um dos mais pesados. Comparo ele ao Slave to the Grind (disco do Skid Row de 1991). O que muda é a produção, tenho um som de guitarra e bateria de 2008, e isso realmente faz a diferença. Os críticos perceberam isso e apontam o Angel Down como o melhor disco da minha carreira.

O que você mais gosta de lembrar do período em que esteve no Skid Row?
A banda me trouxe muitas coisas boas, me deixou famoso no mundo. Nós fizemos sucesso antes de existir Internet, naquela época em que as pessoas tinham que comprar um disco para ouvi-lo (risos). Acho que fomos uma das últimas bandas dessa época (mais risos). E ser lembrado por aquelas músicas depois de tanto tempo é sensacional.

E o que você menos gosta daquela época?
O que me deixa chateado foi que eles continuaram com a banda com apenas dois ou três dos membros originais. Isso, de certa forma, destrói o nome que eu ajudei a construir.

Sua voz continua uma das suas marcas registradas. Você faz algum tipo de treino ou tem um cuidado especial com ela?
Sim, estou tendo aulas em Nova York para aprender a cantar direito. Só agora estou aprendendo (risos). O segredo é cantar com o diafragma e não com a garganta. Quero ser como o Kiss, o Van Halen, o Aerosmith, artistas dos anos 70 que ainda estão aí, em forma. Quero fazer rock por mais 30, 40 anos (risos).

Você já esteve no Brasil. O que se lembra dos shows no País?
Tudo que eu disser sobre o Brasil vai soar clichê. O País é maravilhoso, as pessoas são apaixonadas por música e por rock and roll. E os lugares são lindos, as pessoas são lindas. Devo voltar a tocar aí em setembro ou outubro, após a turnê pelos Estados Unidos.

Com todos esses retornos de bandas, você acha que é possível haver uma reunião do Skid Row no futuro?
De jeito nenhum. Tenho o meu trabalho, estou fazendo discos ótimos. Agora, olhe para o trabalho deles! Pegue qualquer disco do Skid Row sem mim, e você verá porque eu não estou mais naquela banda.
 

Redação Terra
 
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