Especiais
Festival de Verão
Madonna

 Sites relacionados
Arquivo do Rock
FM O Dia
Dynamite
Kboing
Nando Reis
Palco MP3
Território da Música


  Letras e cifras


 Notícias por e-mail
Receba as últimas notícias no seu e-mail
 Fale conosco
Mande suas críticas e sugestões. Participe!





Música
Segunda, 28 de janeiro de 2008, 16h40  Atualizada às 18h01
Sheryl Crow: economia de papel higiênico foi piada
 
New York Times Magazine
 
AP
Sheryl Crow: economia de papel higiênico sempre foi uma piada
Sheryl Crow: "economia de papel higiênico sempre foi uma piada"
 Últimas de Música
» Beyoncé canta em novo disco de Alicia Keys
» Ingressos para Cranberries no Brasil já estão à venda
» Tina Turner comemora 70 anos na ativa
» Liza Minnelli diz que o auge de sua carreira ainda está por vir
Busca
Busque outras notícias no Terra:

Sheryl Crow tem muito a falar. Aos 45 anos, e se recuperando de um câncer de mama, a cantora e compositora - que durante anos namorou o ciclista Lance Armstrong - agora encara o desafio de lançar um novo disco e dividir-se entre a turnê de divulgação e cuidar o filho Wyatt, de 8 meses.

» Sheryl quer limite de papel higiênico

Não bastasse isso, Sheryl ainda luta para vencer as críticas e desvencilhar-se da imagem de "paródia ecológica" conquistada quando teria sugerido que o aquecimento global fosse combatido com uma estranha economia de papel higiênico.

Na entrevista a seguir, Sheryl fala sobre esses assuntos e esclarece as circunstâncias que levaram à publicação de sua tese sobre papel higiênico. "Foi sempre como piada. Era parte de uma espécie de número cômico."

Como uma das figuras mais politizadas da música pop norte-americana, você pretendia transmitir alguma espécie de mensagem ao escolher o 5 de fevereiro, a Super Terça-Feira que verá mais de 20 primárias, como data de lançamento de seu novo álbum, Detours?
Não havia absolutamente qualquer correlação. Honestamente, eu não sei mais o que as vendas de discos querem dizer. Algumas pessoas compram e outras baixam ilegalmente e não pagam

Isso a incomoda?
Fico triste por as pessoas considerarem que a música deveria ser gratuita, que o trabalho que fazemos não tem valor.

Você não se considera suficientemente apreciada?
É mais uma questão de conscientização. Quando a música vem de graça, de CDs queimados por amigos, não há compreensão sobre o trabalho que gravar um disco acarreta.

O seu novo disco atualiza as tradições da música de protesto, protestando contra os estragos causados pela guerra do Iraque, pelo Katrina e até contra a política econômica. Gasoline com certeza é a primeira canção sobre os preços elevados da gasolina.
É provavelmente a primeira, e talvez seja a última. Pode vir a ser percebida como uma canção futurista sobre pessoas que saem às ruas e reconquistam a liberdade enfrentando os preços opressivos da gasolina.

No segundo trimestre, você foi apontada como uma espécie de paródia de consciência ecológica quando propôs restringir o uso de papel higiênico a uma folha por visita ao banheiro. Qual era sua intenção?
Creio que isso seja um exemplo fantástico e esclarecedor da maneira pela qual a mídia é operada por figuras políticas, de como Karl Rove foi humilhado pela mídia e, em 24 horas, conseguiu me humilhar e acabar com minha credibilidade.

O que você quer dizer? Você acha que Karl Rove deixou vazar a notícia sobre papel higiênico depois que você e Laurie David brigaram com ele sobre o aquecimento global no jantar da Casa Branca para os correspondentes de imprensa?
Não tenho como vinculá-lo diretamente ao vazamento, mas 24 horas depois de nossa conversa, quando estávamos saindo de Washington, surgiu a notícia na CNN: "Sheryl Crow quer lei que limite uso do papel higiênico a uma folha".

Você sugeriu isso alguma vez?
Foi sempre como piada. Era parte de uma espécie de número cômico que Laurie e eu fazíamos como parte da Stop Global Warming College Tour.

Você gravou seu mais recente álbum em sua fazenda em Nashville, para onde se mudou há dois anos, depois que rompeu o noivado com Lance Armstrong. Por que escolheu viver no sul?
Tenho muitos parentes por lá. Tive uma casa em Los Angeles por 20 anos, e quando recebi o diagnóstico de câncer de mama decidi que era importante estar perto da minha família. Eu estava me preparando para adotar um bebê, e queria minha família por perto para que me ajudassem a cuidar de Wyatt.

Há um histórico de câncer de mama em sua família?
Não, e por isso sirvo de exemplo para a necessidade de diagnóstico prematura. Faça seus exames. Passei por uma cirurgia e seus semanas de radioterapia, e agora estou bem.

Agora você se tornou mãe solteira, com 45 anos.
Adoro cada minuto da experiência. Wyatt tem oito meses, e muita personalidade.

Você o levará na turnê de seu novo disco?
Ele já viajou comigo um pouco. Dorme em um berço no ônibus. É um bebê muito sociável. E levamos nossos cachorros - é como carregar a casa comigo. Como um grande circo familiar itinerante.

Como ganhadora de nove prêmios Grammy, que importância você dá a prêmios?
Quando ganhei meu mais recente Grammy a sensação era do tipo "o ônibus vai sair de manhã, e é hora de recomeçar a trabalhar".


 
The New York Times Magazine
 
 » Conheça o Terra em outros países Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2009,Terra Networks Brasil S/A   Proibida sua reprodução total ou parcial
  Anuncie  | Assine | Central do Assinate | Clube Terra | Fale com o Terra | Aviso Legal | Política de Privacidade