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Música
Quinta, 22 de novembro de 2007, 12h20 
"O CPM 22 nunca foi emo", afirma o vocalista Badauí
 
Divulgação
O CPM 22 lança seu quinto disco de inéditas,  Cidade Cinza
O CPM 22 lança seu quinto disco de inéditas, Cidade Cinza
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A banda CPM 22 chega ao quinto disco de inéditas com Cidade Cinza, lançado na semana passada. Em entrevista ao Terra, o vocalista Badauí fala sobre a gravação do novo disco, a volta à sonoridade do começo da carreira e afirma que a banda nunca foi emo.

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Cidade Cinza é o primeiro disco de estúdio gravado com o baixista Fernando Sanches na formação da banda - ele já havia participado do álbum MTV Ao Vivo. Em doze músicas e pouco mais de 30 minutos, a banda retoma o hardcore melódico, com guitarras pesadas e andamento acelerado.

Confira abaixo a entrevista com Badauí:

Como foi gravar um disco de canções inéditas após um CD ao vivo que fez bastante sucesso e deixou a banda ainda mais conhecida?

Foi bem tranqüilo. As músicas foram compostas durante todo o ano, e quando chegamos no estúdio foi tudo gravado muito rápido. Foi quase uma música por dia, num clima bem desencanado, mas com a energia que a gente queria registrada no disco.

A sonoridade de Cidade Cinza remete aos primeiros discos da banda. Como foi essa "volta" aos primórdios?
Quando estávamos compondo as músicas novas a gente decidiu que não queria nada muito meloso, músicas cadenciadas. O disco é todo "pra frente", com o som que a gente costuma ouvir: hardcore melódico dos anos 90 e punk rock dos anos 80 e 90. Na verdade a gente nunca fugiu muito disso.

O que mudou do início da banda pra cá? Hoje em dia vocês não são mais adolecentes, mas ainda tocam para esse público.
Hoje todo mundo na banda é trintão. Quem ainda não é, está chegando (risos). Essa temática adolescente sempre fez parte do punk rock. Mas se você olhar as letras de antes com as de agora, vai ver que a construção, as idéias são diferentes.

Vocês influenciaram bandas como NX Zero, Forfun, Fresno. Como você vê essa nova geração?
Acho que a influência foi muito mais no caminho a seguir e na postura. Nem tanto no som. Essas bandas muitas vezes citam como influência bandas que a gente nunca ouviu nem ouve hoje em dia. Mas respeito o trabalho deles. Acho o NX Zero a banda mais original dessa nova cena.

Quando essa onda emo surgiu o CPM 22 foi incluído nesse grupo, depois não teve a imagem ligada ao movimento como outros artistas. Por que isso aconteceu?
Porque essa coisa do emo tá muito mais no visual. O CPM nunca foi emo nem no visual nem no som. Mas cada um faz o que quer. O problema é que muita gente vê isso de uma forma negativa.

E as brigas que tem ocorrido em São Paulo envolvendo punks? O que você acha disso, já que isso atinge indiretamente o público de vocês?
Isso vem de muito tempo. Skinhead nunca pôde encontrar com punk que sai briga. Acho que as pessoas têm que extravasar sua raiva nos shows, pulando, gritando, mas sem ódio do outro. Acho uma m... quando vejo que sai morte, tanto de um lado quanto de outro. É o mesmo tipo de idiotice de quem briga em torcida de futebol.

Uma grande parcela do público de vocês é adolescente e vive baixando músicas da Internet. Você acha que isso prejudica vocês de alguma forma?
Não vou falar mal da Internet, porque ela já foi muito útil pra gente. Prejudica indiretamente, já que as gravadoras investem menos, mas tem seu lado bom: muita gente conhece uma música e aí baixa todos os discos.

Quando começa a turnê de divulgação do novo trabalho?
Em março do ano que vem. Até lá temos alguns shows, nos quais a gente vai colocar umas músicas novas. Mas ano que vem é tudo novo: cenário, repertório... Talvez também pinte algumas viagens para o exterior, ainda estamos negociando isso.
 

Redação Terra
 
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