| Rogério Lorenzoni/Redação Terra |
 O público aprovou o rap folclórico do Sinhô Preto Velho |
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Sábado de sol no Rio de Janeiro. Começa a última noite do TIM Festival, são 18h e o MAM está praticamente vazio sob o sol que se recusa a ir embora. No enorme palco Stage, com capacidade para 4.000 pessoas, pouco mais de 100 gatos pingados assistem ao excelente Sinhô Preto Velho, de São Paulo.
Formando em 1998 na capital paulista, o sexteto toma por base o rap e o hip hop, incluindo atabaques e a cultura do candomblé em seu som. A mistura dá samba de roda, pagode, maracatu e hip hop dos bons.
Porém, mesmo retardando o início do show para às 18h30, o vazio do espaço
era muita grande. O público ou devia estar na praia, ou vendo o ex-jogador
Roberto Dinamite fazendo campanha pela presidência do Vasco da Gama na praia de Copacabana, ou então estava descansando para o shows de Front 242, Peaches e DJ Marlboro, que devem acontecer após as 3h da manhã de sábado para domingo.
O pequeno público, porém, chegou mais próximo ao palco e aplaudiu o som de
Pico Bantu (voz, percussão, DJ), Renato Dias (voz, percussão), Douglas
Favero (baixo, percussão), Marcos Tocha (percussão), Arnaldo Dário (baixo,
guitarra) e Marcos Õga (atabaque).
Set List
Iniciação
Preto Velho
Baseado no Pandeiro
Lundu
Oxossi
Maria Deten
Exu
Ponto Riscado
Catimbó
Caçamba
Caboré
Oke Caboclo
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