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 Echoes, Silence, Patience & Grace, novo disco dos Foo Fighters, visita novos estilos de rock |
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A banda Foo Fighters, liderada pelo ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl, acaba de lançar seu novo disco Echoes, Silence, Patience & Grace, cujo repertório visita variações do rock'n'roll.
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"Todo mundo na banda se tornou melhor compositor e melhor instrumentista. Este disco soa como algo que nunca fomos capazes de fazer antes. Soa destemido", disse.
Tal declaração tem a ver com a amplitude de ritmos que a banda utiliza no novo trabalho, buscando referências no pop-rock dos anos 1970 e deixando muitas músicas pouco parecidas com o que se pode chamar de "uma canção dos Foo Fighters", como as conhecidas My Hero ou Everlong.
Esse era mesmo o objetivo, disse Grohl, cuja banda pretendia, no novo trabalho, "fazer o que quisesse". Inclua-se aí mexer no vespeiro que envolve a memória de Kurt Cobain e seu conturbado, ao menos para o Nirvana, romance com Courtney Love.
O tema aparece já na faixa 2, com Let It Die. Mais inspiração vinda da realidade e mais ousadia melódica surgem em The Ballad of the Beaconsfield Miners, um folk instrumental dedicado aos mineradores que ficaram soterrados em 2006 na Austrália e que esperaram socorro ao som da banda.
Já Statues é outro (belo) momento "não-Foo Fighters": uma balada em que a banda parece evocar, ao mesmo tempo, o piano de John Lennon (Beatles) e a característica guitarra de Keith Richards (Stones).
Mesmo com variações, a marca dos Foo Fighters, principalmente vocal e bateria, aparece bem nítida em faixas como Erase/Replace e Cheer Up, Boys.
Essa mistura rendeu boas críticas ao trabalho que, segundo a edição americana da revista Rolling Stone, classificou o disco como "uma antologia de novas músicas de um punhado de bandas que se chamam todas Foo Fighters".
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