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Música
Quarta, 11 de julho de 2007, 09h18  Atualizada às 09h23
Jim Morrison teria morrido cheirando heroína
 
Divulgação
O vocalista dos The Doors, Jim Morrison, em capa de coletânea da banda
O vocalista dos The Doors, Jim Morrison, em capa de coletânea da banda
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Revelações bombásticas sobre a morte de Jim Morrison, vocalista da banda The Doors, podem reabrir o processo. De acordo com o livro The End - Jim Morrison, escrito pelo jornalista Sam Bernett, que era amigo pessoal do vocalista, o cantor não morrera de causas naturais, mas vítima de uma overdose de heroína, de acordo com a revista Rolling Stone.

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De acordo com o seu atestado de óbito, Morrison morreu em seu apartamento em Paris em 3 de Julho de 1971, de causas naturais. No entanto, Bernett diz em seu livro que o amigo morreu no banheiro do clube parisiense Rock 'n' Roll Circus.

Segundo declarações de Bernett, Morrison apareceu no clube no início da noite do dia 3 para comprar heroína para sua então namorada Pamela Courson. Depois de comprar a droga, prendeu-se no banheiro. Passada meia hora, um funcionário do clube percebeu que havia alguém trancado no sanitário. Ao arrombar a porta, encontraram-no morto.

"Tivemos a certeza de que ele tinha cheirado heroína porque tinha espuma e sangue saindo de sua boca (...) Ele tinha medo de agulhas por isso nunca injetava drogas." Um cliente que trabalhava como médico teria, então, declarado a morte do cantor no clube.

No entanto, logo após o incidente, os traficantes que vendiam a droga a Morrison teriam aparecido e dito que o cantor estava vivo, que iriam tomar conta dele e, então, levaram-no para fora da discoteca.

Bernett afirma, ainda, no livro, que algumas horas depois recebera uma chamada telefônica de um representante do dono do Rock 'n' Roll Circus pedindo que não contasse a ninguém o que tinha ocorrido.

Segundo o autor de The End ¿ Jim Morrison, a cantora Marianne Faithfull também se encontrava no local e fora avisada para se manter calada. "A Marianne nunca mais mencionou o Jim. Ela não fala sobre o que se passou no clube até hoje."

De acordo com a revista, o processo criminal não pode ser reaberto porque o caso já prescreveu. Apesar disso, as novas provas serão "levadas em conta", como disse um porta-voz da polícia francesa, e poderá ser instaurado um processo no tribunal civil.
 

Redação Terra
 
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