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 Capa de disco da banda Joy Division em que Ian Curtis aparece fumando, à esquerda |
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Um dos fatos narrados sobre a vida do vocalista Ian Curtis presentes no documentário Control, que conta a história da banda Joy Division, é o de que o épico de 1979 Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola, teria contribuído para o suicídio do cantor, segundo relato da revista Mojo.
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Control é baseado nas memórias da viúva de Curtis, Debbie, mas também contém histórias de sua amante belga, Annik Honoré. O roteirista Matt Greenhalgh ouviu a versão de Annik sobre seu relacionamento com cantor e acabou por mostrá-la não como a outra mulher, mas como aquela por quem "Curtis arriscou tudo".
As cartas que Curtis escreveu a Annik forneceram algumas informações inéditas. "Descobrimos que o épico sobre o Vietnã realizado por Francis Ford Coppola, em 1979, pode ter contribuído para o suicídio do cantor."
Em uma das cartas que Ian Curtis lhe escrevera, há o seguinte relato sobre o filme: "Não consegui tirar os olhos da tela, pensando no que está por trás, o que nos resta para continuar. A minha condição vai piorar e não há nada que os médicos possam fazer além de prescrever medicação... Consigo ver agora tudo a desmoronar-se à minha frente... Sei que te amo e que sempre amarei."
O documentário já foi exibido para a imprensa britânica e, segundo a revista, traz fatos inéditos sobre os últimos dias do cantor. A publicação elogiou bastante o filme realizado por Anton Corbijn: "Deixámos o cinema impressionados com a beleza cinzenta e a atuação bastante convincente de Sam Riley no papel de Curtis."
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