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Música
Quinta, 21 de junho de 2007, 11h21 
Cantor português JP Simões mostra sua "fossa nova" em SP
 
Thiago Kaczuroski
 
José Carlos Gomes/Divulgação
JP Simões se diz obcecado por música brasileira
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O cantor português JP Simões, 37 anos, começa sua primeira turnê pelo Brasil nesta quinta-feira, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Toca na sexta no mesmo local, depois vai para o Rio de Janeiro e Nova Olinda no Ceará. Em conversa com o Terra, JP falou sobre a expectativa de se apresentar no País e sua ligação com a música brasileira.

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Simões já participou de importantes grupos da música portuguesa, como a Belle Chase Hotel, o Quinteto Tati e a Ópera do Falhado, entre outros projetos, como trilhas de televisão e cinema.

O cantor lança agora seu primeiro disco solo, chamado 1970, que traz um som que ele considera sua "fossa nova", ou como costuma dizer, sua "Música Impopular Portuguesa".

O que você espera destes shows no Brasil?
Na verdade, esta é uma pergunta que me faço todos os dias. Não sei o que esperar. Já me deixa surpreso saber que por aqui as pessoas conhecem meu trabalho. Estou aberto para novas experiências. Quero conhecer pessoas, músicos brasileiros e ouvir canções.

Qual é a sua ligação com a música brasileira?
A MPB é a minha maior fonte de influência. Mestres como Noel Rosa e Chico Buarque são fundamentais para a minha música. Morei no Brasil quando era pequeno, no Rio, mas não me lembro de quase nada. O que sei são de histórias que minha mãe me conta. Vinícius de Moraes chegou a freqüentar minha casa. Eu outro dia, quando descobri isso, falei para a minha mãe: 'Por que você não me contou que eu conheci o Vinícius?'. Ela disse que eu nunca tinha perguntado (risos).

E essa sua fixação por Chico Buarque?
Quando eu já era adolescente, comecei a redescobrir os sons da minha infância, que já me eram familiares. Foi também a época que comecei a me interessar por fazer música. Estava em busca do casamento perfeito entre a palavra e a música, que é a canção. Isso eu encontrei no Chico. Depois de um tempo parei até de ouvir para acabar não virando uma cópia. Espero que não tenha virado.

E de artistas brasileiros recentes, quem você tem ouvido?
Não consigo me lembrar de todos os nomes, é claro. Assim que cheguei dei uma canja no show de Junio Barreto. Foi um grande prazer, gostei muito. Tenho ouvido Ná Ozetti, Edu Lobo, Arto Lindsay, que no fundo é brasileiro, e adorei as versões do Seu Jorge para as músicas do Bowie.

Você tem composto durante sua passagem pelo Brasil?
Sim. Lá, mesmo tocando com os melhores músicos, o balanço não é o mesmo. Aqui, tocando com baixista e baterista brasileiro, percebi que muitas das minhas canções se encaixam nesse balanço típico brasileiro. Talvez por ter este distanciamento, não me deixei influenciar por isso, apenas aconteceu. É duro competir com os brasileiros, e neste ponto, ser português me ajudou. Mas aqui no Brasil, andando em São Paulo me sinto em casa de um jeito diferente.

Serviço: JP Simões
Quando:Quinta e sexta-feira
Horário 21h
Onde: Sesc Pompéia (R. Clélia, 93)
Ingressos: de R$ 5 a R$ 15
 

Redação Terra
 
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