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Música
Quarta, 6 de junho de 2007, 08h33  Atualizada às 08h46
Cachorro Grande lança disco e recusa rótulo de "rock gaúcho"
 
Marcelo Pereira/Terra
Beto Bruno é o vocalista da banda Cachorro Grande
Beto Bruno é o vocalista da banda Cachorro Grande
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A banda Cachorro Grande, que lança o quarto disco da carreira, Todos os Tempos, segundo pela gravadora Deckdisck, disse nessa terça-feira, em São Paulo, que renega o título de "rock gaúcho". "Não queremos carregar a bandeira dos roqueiros nem dos gaúchos", diz Beto Bruno, vocalista do grupo.

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Vestidos com ternos e sapatos, com visual inspirado em bandas dos anos 60 como Beatles, Rolling Stones e Kinks, os integrantes da banda dizem que se divertem com o que fazem. "É pra isso que a gente está aqui", diz Pedro Pelotas, tecladista. "Com esse novo disco a gente quer tocar em mais lugares, viajar ainda mais. Foi para isso que a gente montou a banda, para estar na estrada", completa Beto Bruno.

Todos os Tempos segue a mesma linha dos discos anteriores: rock n' roll, com forte influência dos anos 60. A grande diferença do disco é que desta vez todos compõem, tarefa que antes era dividida apenas entre Beto e o guitarrista Marcelo Gross. "As bandas de que a gente é fã faziam isso também. Nos Beatles, Pink Floyd, todo mundo compunha e cantava. De agora em diante a gente vai seguir isso", disse o guitarrista.

Outra peculiaridade do novo disco é o som de cada faixa. "Montamos o estúdio para gravar cada faixa por dia. Então, o som nunca foi o mesmo em músicas diferentes, o que foi algo inédito pra gente", conta Pelotas.

Shows
O grupo, que agora mora em São Paulo, conseguiu um grande número de fãs que se vestem como eles nos shows. "Isso é muito legal. Enquanto as meninas não começarem a usar terno, a gente acha bacana. Na verdade a gente também se veste como nossos ídolos", afirma Beto. "Todo show a gente vê uns três Rodolfos (baixista), uns dois Pelotas e por aí vai", completa.

Os shows intensos são uma marca registrada da banda. "Nunca repetimos um show. Assim a gente não cansa de tocar sempre a mesma coisa e o público ganha sempre. Esse é o nosso jeito. Os solos nunca são iguais e a seqüência das faixas não é igual. Senão era melhor ficar em casa ouvindo o disco", diz o vocalista.

Início da carreira
A banda surgiu no Rio Grande do Sul, mas se firmou em São Paulo depois de assinar com a gravadora para o lançamento do disco anterior, Pista Livre. "A gente sempre foi insistente, por isso tinha de vir aqui para o centro, onde as coisas acontecem. Nosso primeiro show em São Paulo tinha 30 pessoas. Mas voltamos, aí tinha 35, depois 100 e isso fez a gente chegar aonde chegou", afirma Bruno.

O vocalista também alfineta alguns conterrâneos: "Agora é fácil aparecer banda falando que toca rock anos 60 e é do Sul. Eles não vieram há sete anos morar com mais seis caras em um apartamento. A gente abriu uma porta pra muita gente", completa.
 

Redação Terra
 
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