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Música
Quarta, 28 de março de 2007, 18h49  Atualizada às 11h45
"Não tenho que provar nada a ninguém", diz Ivete
 
Alexsandra Bentemüller
Direto do Rio
 
Ricardo Leal/Especial para Terra
Ivete Sangalo: o mundo inteiro quer me ver
Ivete Sangalo: "o mundo inteiro quer me ver"
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Irreverente, mas reservada. Ivete Sangalo, 34 anos, desdenha a crise na indústria fonográfica ao lançar seu novo álbum, Ivete no Maracanã, que também terá DVD em abril. "Não tenho que provar nada a ninguém".

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Durante 40 minutos de conversa com o Terra - no edifício da gravadora Universal, na Barra da Tijuca, Rio - , Ivete falou só o que quis e insistiu em reconhecer que o show no Maracanã não se tratava de uma mania de grandeza.

"Falaram em exagero, mas foi apenas um desejo, um sonho. Poderia ter feito dentro do meu quarto e ter sido tão grande quanto."

Quando o assunto é vaidade, ela garante que carrega com orgulho a imagem de mulher fatal. "Atiço sim os homens. Graças a Deus! Todo pé torto, tem um sapato torto. Sou poderosa."

Leia a seguir a entrevista:

Este mês você lança o CD e DVD do show no Maracanã. Está otimista com a repercussão?
Estou otimista com o resultado e com tudo que foi colocado em prática: as idéias e a coragem de fazer um projeto grandioso. Gravamos o DVD de uma história da carreira em um dia e num lugar como o Maracanã.

Como você conseguiu viabilizar esse projeto digno de popstar em um momento de crise do mercado fonográfico?
A gente teve que dar o suor para conseguir fazer. Teve a ajuda de patrocinadores, da gravadora, do Multishow e das pessoas que acreditaram num show com credibilidade. Foi muita vontade. Vontade até de pegar meu dinheiro e investir. É um investimento para a música brasileira, para mim e para o mercado fonográfico, que realmente está enfraquecendo.

O que você sente quando vê cópia ilegal de um CD seu sendo comercializada nas ruas?
Não sinto absolutamente nada. Quero lutar contra isso, investindo em DVD, fazendo parcerias com a minha gravadora. Acredito que vai chegar um momento que isso vai refletir realmente na realidade econômica do Brasil.

Você é otimista? Acredita no fim da pirataria?
Sou otimista a tudo na minha vida. Sou mais preocupada com a violência do que com a pirataria.

O Bono Vox estava cotado para participar do show. Por que não deu certo?
Em contrapartida, vieram cinco convidados. É engraçado o interesse em falar do que não deu certo, ao invés de falar do que deu certo. Não deu certo porque não deu. Eu posso receber um não.

Por que você optou em manter sua carreira no Brasil? Não agrada o mercado internacional?
Agrada. Uma coisa não anula a outra. Tenho paixão pela música brasileira, tenho orgulho de onde vim, do que eu canto e produzo. O mercado internacional me interessa sim e muito. Só não existe ansiedade. O mundo inteiro quer me ver (risos).

Tem um monte de cantora com vozeirão no Brasil. Você é considerada a precursora. Você se dá conta da sua influência?
(risos) A vida é feita de influências. Eu acho massa. Isso só fortalece o fato de eu existir como cantora. É saudável, também fui influenciada.

O que você acha das comparações que fazem entre Cláudia Leitte e você? Dizem que ela é sua cópia.
Também não me incomoda. É natural isso. Tenho um sentimento de vitória porque sempre sou lembrada.

Você tem cerca de 8 milhões de CDs vendidos. Tem vontade de provar algo para alguém?
O importante são milhões, minha filha (risos). Que provar, mulher! Eu comecei a cantar pelo prazer e continuo mantendo isso na minha vida. Eu nunca imaginei esse sucesso.

Tem mania de grandeza?
Fazer o show no Maracanã não foi mania de grandeza. Foi um desejo. Poderia ter feito um show dentro do meu quarto e ter sido tão grande quanto. Minha grandeza é no contrato (risos). Não tenho não.

Qual foi a coisa mais malvada que você já fez?
É dizer não para os meus sobrinhos. É a coisa mais difícil. Você ama tanto, quer proporcionar tudo. Mas tem que ter limite. Eu amo crianças e detesto dizer não a eles. Eu sofro, é cruel.

Acredita em amor para sempre?
Sim. Acredito que duas pessoas que vivam juntas por um período de amor e intimidade, vão se amar para o resto da vida.

Você chora muito?
Sim. Na TPM, não me encontre. Eu vejo problema em tudo. Eu encontro problemas para chorar. Também choro de saudades da minha mãe e do cheiro dela.

Maternidade é uma hipótese remota?
Não! Você está doida, bicho? De jeito nenhum. Tudo tem uma hora certa. Temos que priorizar. Hoje, estou priorizando aqui a carreira. Ser mãe é a maior certeza que eu tenho na minha vida.
 

Redação Terra
 
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