|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
O titular da 1ª Delegacia da cidade, Niteu Chaves, ouvirá cinco dançarinos da Banda Calypso, que estavam hospedados no Hotel Águas Claras, em Luziânia (GO), junto com o bailarino Frank Maia Viana, 23 anos. Ao ouvir os cinco integrantes da equipe, o delegado pretende esclarecer as circunstâncias que antecederam à queda e morte de Frank, ocorrida na madrugada do dia 17, quando ele assistia, sentado na mureta da sacada do 4º andar, ao ensaio de três colegas.
» Bailarino da Banda Calypso é enterrado em Belém
» vc repórter: Morre bailarino da Banda Calypso
"Apenas as testemunhas que estavam presentes na hora e no dia serão ouvidas", disse o delegado ao jornal Diário de Manhã. Os líderes do grupo, a cantora Joelma e seu marido, o músico Chimbinha, não devem ser chamados para dar depoimento.
O delegado já entrou em contato com o empresário da banda, Pedro Mota, para definir data do depoimento das dançarinas Ellem Mescouto, 24 anos, Thaís Lisboa, 21 anos, e Flávia, 18 anos, que dividiam com Frank o quarto 418, além dos bailarinos Beto Santos, 24 anos, e Andrey Peres, 25 anos, que estavam hospedados no andar de baixo. "É normal a abertura de inquérito neste caso", diz Mota, referindo-se à intimação.
Frank morreu na segunda-feira, na UTI do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, onde ficou internado por quatro dias em estado grave. A hipótese de que a queda foi ocasionada por um acidente é a mais considerada pela polícia. Por uma fatalidade, o jovem teria escorregado e caído de uma altura de 16 metros. Chaves afirma que, caso as declarações dos depoentes sejam distintas, poderá ser feita uma reconstituição do fato. "Detalhes sobre os horários de chegada e saída, para onde eles foram e se Frank havia ingerido bebida alcoólica devem ficar claros".
"O corpo dele caiu rente à sacada e se chocou com o muro do hotel cercado por arame farpado. Se ele tivesse sido empurrado, teria caído mais longe", disse o delegado, que esteve no hotel na última terça-feira para realizar procedimento de praxe. Apesar de um acidente configurar a causa mais provável para a queda, Chaves diz que nenhuma possibilidade pode ser descartada até que se conclua a investigação.
|