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Música
Quinta, 20 de julho de 2006, 08h06 
Bruno & Marrone criticam o projeto "Amigos"
 
Marcelo Pereira/Terra
Bruno, que faz dupla com Marrone
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A dupla Bruno & Marrone, que está entre os nomes de ponta do mercado sertanejo, mostrou nesta quarta-feira que desaprova o projeto "Amigos" ou algo similar.

Bruno e Marrone estréiam novo show em São Paulo
Veja fotos dos artistas!

Em entrevista feita pela internet, os artistas foram perguntados sobre a possibilidade de formar uma nova geração de "amigos". E deram a seguinte resposta. "Achamos que esse projeto inibe a formação e o sucesso de outras duplas no mercado. Não consideramos legal fechar um grupo e sim dar abertura a outras duplas de muito talento."

A declaração deve desagradar outras duplas poderosas do mercado. Isso porque, na semana passada, Zezé di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó e Leonardo se uniram para o show Reencontro, em São Paulo. Ainda não há confirmação, mas boatos dizem que os "amigos" originais devem voltar à ativa em novas apresentações.

Polêmica, entretanto, não é algo novo para Bruno & Marrone, que estão lançando pacote com o CD e DVD Ao Vivo em GoiÂnia - trabalho que conta com participações de Edson & Hudson, Claudia Leitte e até da Banda Calypso. Na década de 90, a dupla estourou nacionalmente com uma música que, em um primeiro momento, existia apenas em gravação pirata.

Trata-se da versão ao vivo e acústica de Dormi na Praça. Uma apresentação de Bruno & Marrone para uma rádio foi copiada e virou CD - que fez sucesso.

Resultado: a gravadora dos sertanejos na época, a Abril Music, correu para colocá-los em um estúdio e gravar um disco bem parecido com o que os piratas ofereciam. O trabalho acabou vendendo mais de um milhão de cópias.

"Ajudar, a pirataria ajudou", diz Bruno. "Mas não podemos fechar os olhos para o que é errado. A pirataria prejudica muitas pessoas", segue, consciente.

E, sem papas na língua, o cantor ainda faz uma previsão em relação ao gênero genuinamente caipira. "O sertanejo raiz nunca foi sucesso de massa, mas sempre teve seus adeptos no interior. A tendência é que desapareça", diz, mostrando-se preocupado, mas com opinião rara em um mercado que costuma optar pelas frases feitas.
 

Redação Terra
 
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