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Três bandas, por Lucas (Fresno) | Independência ou Morte
Três bandas, por Lucas (Fresno) | Independência ou Morte

Independência ou Morte

Três bandas, por Lucas (Fresno)

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OSMAR PORTILHO

Lucas Silveira, primeiro entrevistado do blog Independência ou Morte (leia aqui), falou sobre a nova fase do Fresno e indicou três bandas independentes nacionais para se ficar de olho:

 

Vendo147 (leia a entrevista clicando aqui) é  uma banda baiana na qual o que mais chama atenção já de cara é a bateria, que é tocada por dois integrantes, virados um de frente pro outro, cada um batendo em um lado do bumbo. É uma formação muito plástica e não-usual, mas de nada serviria se estivesse a serviço de uma banda mais ou menos. As músicas, que tangem o post-rock e outros estilos avant-garde, destacam-se pelas guitarras pontiagudas, acordes dissonantes e instrumentações estranhas. Mas chega a ter momentos em que a gente fica com vontade de dançar. 

 

Dis Moi é um duo gaúcho de Porto Alegre, formado por Erick Endres (filho de Fredi Chernobyl, da Comunidade Nin-Jitsu) e Bela Leindecker (filha do Luciano Leindecker, da Cidadão Quem) que, ao contrário do que a pouca idade pode sugerir (os integrantes têm menos de 15 anos) fazem som de gente grande, com influências variadas, que podem lembrar Parliament Funkadelic ou Sex Pistols, mas sempre produzindo um som pop bastante inovador. É uma banda que as pessoas devem ficar de olho nos próximos anos.

 

Supercombo é um quarteto capixaba que produz um power-pop da mais alta qualidade. Letras engraçadas, porém nada bobas, aliadas a guitarras inteligentes e cozinha fora de série fazem a gente coçar a cabeça e pensar por que diabos essa bandas ainda não é um estrondoso sucesso entre a molecada. Sem dúvida, eles merecem um reconhecimento infinitamente maior.

 

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Osmar Portilho Osmar Portilho

Osmar Portilho

Começou como estagiário do Terra e hoje é editor-assistente de Diversão com direito até a blog. Sempre ouve as mesmas bandas, mas aqui fala sobre novos – e velhos – nomes independentes.



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