
A poucas horas do início do 50º Grammy, a indústria aquece motores com festas prévias e homenagens a Aretha Franklin, considerada a "Pessoa do Ano" pela Fundação MusiCares, que entrega os prêmios.
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Aos 65 anos, Aretha é a história viva da música, e na cerimônia desta noite, a diva pode receber seu 18º Grammy, caso ganhe o prêmio por seu dueto com Mary J. Blige. A cantora foi indicada por Melhor Atuação de Gospel.
O reverendo Al Sharpton abriu na sexta-feira uma festa em homenagem à cantora com uma bênção em homenagem ao mito, propícia aos tempos eleitorais nos Estados Unidos. "Podemos debater sobre quem será o presidente, mas não há debate algum sobre quem é a rainha", afirmou.
Bill Cosby brincou durante o evento com o fato de a homenageada ser "responsável por haver muitas cantoras trabalhando em outras coisas, porque tentaram imitá-la e, claro, acabaram trabalhando no Wal-Mart".
No evento no centro de convenções, que serviu para arrecadar fundos para a Fundação MusiCares e servia pratos ao preço de US$ 1,25 mil, outros artistas interpretaram clássicos da cantora: Day Dreaming, Ángel, Do Right Woman, Do Right Man e Rock Steady.
Foram arrecadados cerca de US$ 4,5 milhões, a maior quantidade obtida até o momento pela fundação, graças também ao leilão de artigos pertencentes a alguns dos principais ganhadores do Grammy.
EFE
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