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15 de fevereiro de 2012 • 14h31 • atualizado às 16h28

Estudo diz que música eletrônica cresceu 56,64% no Brasil

Imagem do Ultra Music Festival, realizado em dezembro de 2011 na Arena Anhembi, em São Paulo
Foto: Gustavo Scatena / Terra
 

Um estudo divulgado nesta quarta-feira (15) aponta que o público de música eletrônica no Brasil cresceu 56,64% no último ano, creditando o fato ao aumento no número de festivais e às turnês de artistas internacionais pelo País.

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Segundo levantamento feito pelos organizadores do festival Rio Music Conference, que ocorrerá nos dois próximos fins de semana no Rio de Janeiro, a arrecadação de bilheteria em festas do gênero chegou a R$ 879 milhões em 2011. Além disso, os gastos dos espectadores com alimentos e bebidas aumentaram 115,4%, chegando a R$ 1,07 bilhão no período.

Os investimentos também cresceram. As despesas com cachê de DJs, por exemplo, aumentaram 79,9%, atingindo R$ 97,8 milhões na soma dos principais eventos realizados no País. Já o de artistas nos grandes festivais atingiram, em média, a marca R$ 150 mil, enquanto nas pequenas festas, ficou em R$ 1,5 mil.

Os patrocinadores, principalmente empresas de bebidas, investiram R$ 460,8 milhões nesses eventos, 60% a mais do que no ano anterior, e 1/4 do total das festas ocorreram em São Paulo, que abriga as principais casas noturnas do País.

O estudo contabilizou três grandes festivais, 16 eventos de médio porte e 500 de pequeno, estes últimos realizados nas principais discotecas brasileiras. Entre os nomes de destaque do estilo que desembarcaram por aqui estão David Guetta, Ferry Corstern, Sven Väth, Erick Morillo, Fatboy Slim, Bob Sinclair, Armin van Buuren, The Prodigy e Nalaya.

Ao longo do ano, o Brasil recebeu os festivais Creamfields, Ultra Music Festival e o Rock in Rio, que dedicou um palco a esse gênero em seus seis dias de shows, além de outros eventos como as festas Planeta Terra, SWU e XXXperience

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