Música

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20 de dezembro de 2013 • 10h48 • atualizado às 10h49

Com clipe polêmico, Robin Thicke eleito "sexista do ano"

Cantor foi eleito o sexista de 2013 por degradar imagem da mulher com clipe; votação foi conduzida pela End Violence Against Women Coalition

Foto: Reprodução
 

Robin Thicke, aquele que lançou o clipe Blurred Lines cheio de mulheres nuas, foi eleito "sexista" do ano pela End Violence Against Women Coalition, um grupo feminista que reúne dezenas de grupos que defendem os interesses das mulheres. No vídeo, Thicke está acompanhado por três modelos seminuas que dançam ao seu redor. 

A votação foi feita pelo site da coalizão e envolveu mais de 60 grupos feministas. A enquete apontou o cantor não só pelo clipe, mas também por sua conduta em entrevistas, como foi o caso de uma reportage da revista GQ. "As pessoas dizem que estou degradando as mulheres. Claro que sim. Como dá prazer degradar as mulheres. Eu nunca tive isso antes", afirmou.

Como "prêmio", a coalizão afirmou que enviará um voucher para o cantor fazer download da canção Respect ("respeito"), de Aretha Franklin.

Sarah Green, da End Violence Against Women Coalition, disse que o vídeo de Thicke criou uma reação ao sexismo. "No final, ele criou um rejeição ao uso das mulheres como objetos para promover o pop medíocre", explicou.

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